Magna Concursos
2747457 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Rialma-GO

Leia o Texto 2 para responder às questões 08 e 09.

Texto 2

Joana D’Arc

Por Juliana Bezerra

Joana nasceu aproximadamente em 6 de janeiro de 1412, no vilarejo de Domrémy, região da Lorena, na França. Joana D’Arc era filha de agricultores e artesãos. Como era comum entre camponeses, ela não aprendeu a ler e a escrever. Durante a adolescência ela teria ouvido vozes que lhe confiariam à missão de libertar a França e entronar o verdadeiro rei. Sua jornada começa no ano de 1429, quando Joana D’Arc tinha ainda 16 anos. Com cabelos curtos e vestindo trajes masculinos, ela percorre as linhas inimigas por quase um ano, lutando contra os Borguinhões, até alcançar Chinon, onde se encontra com o monarca Carlos VII.

Ao ouvir falar desta corajosa guerreira Carlos VII resolve testar a veracidade de suas visões. Para isso, o soberano a convida ao seu castelo, mas pede que ninguém revele sua identidade. Desta maneira, o rei nomeia Joana comandante do seu exército e lhe atribui uma tropa de mais de quatro mil homens. Com estes soldados, ela liberta a cidade de Orleans em apenas três dias. Joana cumpriu sua missão, mas foi capturada e entregue à Inquisição. Declarada culpada e condenada à fogueira, anos mais tarde seria considerada inocente pelo Papa Calisto III, em 1456.

Disponível em: <https://www.todamateria.com.br/joana-d-arc/>. Acesso em: 10 ago. 2020. (Adaptado).

Texto 1

Maria Quitéria de Jesus

Por Manoel Soríano Neto

Logo após a proclamação de nossa Independência, a Conciliadora de Defesa, de Cachoeira, na Bahia, conclamou os baianos do Recôncavo a se alistarem para assegurar a liberdade do Brasil.

Como nos ensina a escritora inglesa Mary Graham, Maria Quitéria sentiu o coração arder no peito e solicitou o consentimento do pai, Gonçalo Alves de Almeida, para ingressar nas fileiras das forças patrióticas que, celeremente, se formavam em solo baiano.

O velho pai da destemida moça negou a autorização pedida; porém, Maria Quitéria não desistiu de seu intento e, com a cumplicidade de uma irmã e do cunhado José Cordeiro de Medeiros, abandonou o lar vestida com as roupas de José Medeiros, assentando praça num regimento de artilharia, passando depois para a infantaria, ocasião em que se integrou ao "Batalhão de Voluntários do Príncipe D. Pedro" ou "Batalhão de Periquitos", assim cognominado por causa do verde bem acentuado das golas e dos punhos da farda dos seus componentes. Quando se apresentou para a guerra, ela deu o nome de "Medeiros", em reconhecido agradecimento aos favores que sua irmã e o cunhado Medeiros lhe prestaram.

Destarte, iria surgir a legenda de Maria Quitéria de Jesus, que escondeu a sua condição feminina, fato descoberto antes de a guerra terminar, passando à História o exemplo de bravura e extremado patriotismo do "soldado Medeiros".

Disponível em: Acesso em: 13 ago. 2020.

Nos Textos 1 e 2, uma semelhança entre Maria Quitéria e Joana D’Arc é que ambas

 

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