Assuma a seguinte equação que descreve o trade-off entre inflação e desemprego \( \dot{P}_t \, - \, \dot{P}_{t \, - \, 1} \, = \, - \alpha \, (u_t \, - \, u_n), \) onde \( \dot {P}_t: \) taxa de inflação no período t; \( \dot {P}_{t \, - \, 1}: \) taxa de inflação no período \( t \, - \, 1; \, \alpha: \) coeficiente positivo; \( u_t: \) taxa de desemprego no período \( t \) e \( u_n: \) taxa natural de desemprego.
Sabe-se que \( \dot {P}_{t \, - \, 1}: \, = \, 10%; \,\, \alpha \, = \, 0,5; \, u_n \, = \, 8% \) e \( t \, = \, 1 \) ano. A partir destas informações e supondo que a economia inicialmente operava sobre a sua taxa natural de desemprego, pergunta-se: qual é a “taxa de sacrifício” e a “taxa de desemprego no período t,” após o governo ter implementado uma política anti-inflacionária com o objetivo de reduzir em 50% a inflação vigente em t-1?