Uma forma para representar as grandezas elétricas e magnéticas de um transformador, trata-se de sua modelagem através de um circuito elétrico equivalente, conforme a figura a seguir:

Para o referido circuito equivalente do transformador, onde os subíndices P e S indicam o pertencimento de uma grandeza ao lado primário e ao secundário, respectivamente. Os termos com ’ representam determinado parâmetro “refletido” de um lado para outro do mesmo. Em relação aos seus parâmetros e seus ensaios, analise as seguintes afirmações:
I. Para realização do ensaio de circuito aberto, aplica-se a tensão nominal no lado primário do transformador e uma vez que, no lado secundário não há a circulação de corrente, pode-se desprezar as perdas joule dos enrolamentos e as dispersões de fluxos, e desta forma, consideradas as perdas no núcleo, de maneira que as medidas resultantes deste ensaio podem aproximar, de maneira razoável, Rc e Xm.
II. Para realização do ensaio de curto-circuito, aplica-se gradativamente uma tensão no lado primário do transformador com os terminais de seu secundário “curto-circuitados”. Ao se alcançar a tensão nominal no lado primário, pode-se desprezar as perdas no núcleo bem como a reatância de magnetização de maneira que as medidas resultantes deste ensaio nos permitem aproximar, de maneira razoável, RP, RS, XP e XS.
III. A regulação de tensão de um transformador mede a variação da tensão proporcionada pelo enrolamento do transformador, \( \hat{\epsilon} P \), quando se passa do regime “a vazio” para a condição de “curto-circuito”.
IV. O rendimento do transformador pode ser comparar a relação entre a potência de entrada PP e á de saída Ps, ou seja: \( \eta(\%) = \dfrac {P_S} {P_P} \cdot 100 \). Desta forma o rendimento pode, corretamente, ser aproximado por: \( \eta = \dfrac {V_s I_S} {V_s I_S + P_O + P_{CC}} \), onde PO e PCC são as potências obtidas através dos ensaios de “a vazio” e “curto-circuito”, respectivamente.
Após análise, admite-se que é(são) falsa(s)