Em relação às especificidades das fraturas em crianças, é correto afirmar que
as fraturas do fêmur distal do tipo 3 e 4 de Salter e Harris são tratadas, preferencialmente, através de redução fechada e imobilização com aparelho gessado.
nas fraturas do rádio distal em crianças abaixo de cinco anos, é aceitável até 30° de deformidade no plano coronal, enquanto que em maiores de dez anos é aceito até 15° de deformidade.
o mecanismo de lesão mais frequente da fratura supracondiliana umeral do tipo 3 de Gartland é uma queda com o cotovelo fletido, provocando deslocamento posterior do fragmento distal.
a lesão fisária do tipo 3, segundo a classificação de Salter e Harris, é caracterizada pela fratura que se inicia na cartilagem articular, corre verticalmente através da fise e se estende até a metáfise.
a lesão neurológica mais comum nas fraturas supracondilianas do úmero é do nervo cubital, decorrente da espícula óssea lateral do fragmento proximal durante o deslocamento póstero medial do fragmento distal.
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