Um homem de 28 anos sofre acidente automobilístico de alta energia, com mecanismo de aceleração–desaceleração. Dá entrada no pronto-socorro em coma, com pupilas isocóricas e fotorreagentes.
A tomografia computadorizada de crânio realizada na admissão não evidencia lesões expansivas intracranianas. Diante da evolução clínica com coma prolongado, é solicitada ressonância magnética de encéfalo.
Os achados de neuroimagem mais característicos desse quadro incluem