Com relação ao manejo da cetoacidose diabética (CAD), é correto afirmar:
a desidratação não é um achado frequente entre os pacientes com CAD, indicando-se infusão de solução hipotônica para evitar sobrecarga salina nos pacientes com diabetes mellitus do tipo 1.
quando a glicemia sérica atingir os valor de 200 mg/dL, a insulinoterapia em bomba de infusão deve ser suspensa pelo risco de hipoglicemia, não necessitando avaliação do pH arterial.
o uso de inibidores da SGLT2 (gliflozinas) em pacientes com comprometimento da função pancreática pode estar associado à cetoacidose euglicêmica.
os níveis séricos de potássio devem ser monitorizados uma vez que quando inicia-se a insulinoterapia, os seus níveis tendem a subir, aumentando o risco de arritmias.
a via de administração preconizada para a insulinoterapia é a infusão venosa contínua e prioriza-se o uso de insulinas de longa ação como a insulina regular.
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