Observe o fragmento a seguir:
“Sendo assim, é possível presumir que a hegemonia biodinâmica no campo da Educação Física está longe de inclinações “naturais” que guiam os pesquisadores por um interesse “hagiográfico”, isto é, puro e desinteressado, conforme é possível presumir a partir de Tani (2000), Amadio (2003) e Kokubun (2003). É, portanto, resultado da ação de agentes dominantes e “estruturas estruturantes” que moldam o campo científico da Educação Física de acordo com seu interesse, ou neste caso, com a conservação e reprodução de suas regras [...].”
(CASTRO et al., 2017, p. 877)
In: CASTRO, P.H.Z.C. de et al. A PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM EDUCAÇÃO
FÍSICA DE 2001 A 2010: CAMINHOS DA CONSTRUÇÃO DE UM CAMPO.
Movimento (Porto Alegre), Porto Alegre, p. 869-882, set. 2017.
Em suma, os autores criticam uma redução do campo da Educação Física apenas à sua vertente biodinâmica. Ante ao argumentado, pode-se afirmar que a área – e o esporte, dentro dela – deva olhar também para as subáreas: