Em Educação Física: raízes europeias e Brasil (1994), Carmem Soares afirma que a educação física, desde a proclamação da República, carrega traços autoritários voltados para o controle e disciplinarização de corpos, domesticação da vontade e da moral e competição, elementos típicos da sociedade capitalista. Para a autora, no período 1850/1930 a ginástica se orientava na perspectiva