“Não há evidências científicas de que é prejudicial selar uma lesão de cárie oclusal restrita ao esmalte. O isolamento desta lesão do meio externo por meio de materiais adesivos paralisa a progressão da lesão. Os processos de esclerose tubular e formação de dentina terciária são incentivados, reduzindo a permeabilidade da dentina remanescente.” A esse respeito, afirma-se:
I. Lesões microcavitadas em esmalte em superfícies oclusais, tanto na dentição decídua como na permanente, podem ser tratadas com selamento não invasivo da fissura.
II. Os dentes em irrupção apresentam maior risco de desenvolver lesões de cárie, por isso todos os dentes em irrupção devem ser selados.
III. Há evidência científica que comprove a possibilidade de selamento da le-são cariosa em molares decíduos e permanentes até a metade externa de dentina, desde que a abertura da cavidade oclusal seja menor ou igual a 3 mm.
Está CORRETO o que se afirma em: