Em algumas situações, bombeiros são requisitados para atuarem em atividades subaquáticas, como no caso da queda da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, no qual os bombeiros trabalharam a uma profundidade de 38 m no rio Tocantins. Um dos problemas do trabalho submerso é a pressão exercida pela água, que, a cada 10 m de profundidade, acarreta um aumento de pressão igual a uma vez a pressão exercida pela atmosfera da Terra ao nível do mar. No trabalho no rio Tocantins, os bombeiros ficaram sujeitos à pressão de 4,8 105 Pa, que corresponde à pressão atmosférica acrescida da pressão exercida pela água. Desprezando a altitude do local em que ocorreu a queda da ponte e os efeitos da correnteza do rio, conclui-se que a pressão atmosférica ao nível do mar vale