O exercício do poder, a partir do instituto da chefia em diferentes sociedades indígenas da
América do Sul, encontra-se, em grande medida, cerceado pelas obrigações de troca, fazendo-o
ter a aparência de um poder quase impotente, isto é, com pouca autoridade. Mas é possível
entender o sentido antropológico deste exercício de poder, de modo mais preciso, como