São considerados fundamentos da biologia da conservação, EXCETO:
Espécies que, por exemplo, necessitam de habitats grandes, de grande porte, com pouca variabilidade genética e que requerem nichos especiais, são aquelas mais vulneráveis à extinção.
A fragmentação de um habitat aumenta drasticamente a sua quantidade de bordas; o microambiente em uma borda de fragmento é diferente daquele do interior da floresta. Dentre os principais efeitos de borda pode-se citar o aumento da luminosidade, da temperatura, da umidade e do vento.
Em geral, a conservação in situ é muito mais dispendiosa do que a conservação ex situ; ou seja, é muito mais oneroso ao poder público preservar e manter uma população de, por exemplo, tamanduás-bandeira em uma unidade de conservação do que proteger o mesmo número de indivíduos em um zoológico.
Reservas grandes são mais adequadas do que as pequenas para manter muitas espécies por causa dos tamanhos maiores das populações e, ainda, da maior variedade de habitats que elas contêm. Contudo, reservas pequenas bem manejadas também têm seu valor, principalmente para a proteção de muitas espécies vegetais, invertebrados e pequenos vertebrados.
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