“Manaus cresce de costas para os rios, aterra seus igarapés ou deixa-os como veias abertas a drenar esgotos, o que consumou um modelo de urbanização que agride intensamente os recursos hídricos e suas áreas de influência.”
(GIATTI, Leandro et alii. Manaus: uma análise
ecossistêmica por meio de indicadores de sustentabilidade ambiental e de saúde. Ed. FIOCRUZ, Rio de Janeiro. 2014.)
As afirmativas a seguir apresentam razões para a preservação e a não ocupação irregular dos sistemas hídricos, à exceção de uma. Assinale-a.