Se o processo avaliativo requer uma compreensão do aluno na sua totalidade, ele requer também critérios avaliativos que superem uma análise comportamental e uniforme das experiências vividas por esse sujeito. Se as crianças são diferentes, o trabalho coletivo não pode prescindir dessa diferença na aplicação da avaliação, pois a busca por um modelo ideal de avaliação sempre representa a busca por um modelo ideal de criança e de aluno que não existe.
O método de avaliação mencionado no texto, o comportamentalista, que está ainda muito presente na educação infantil, ressalta uma visão fragmentada da criança, com forte apelo à formação de hábitos e atitudes, à classificação de comportamentos e a regras disciplinadoras e moralizadoras.