Em relação à terapia com radioiodo, pode-se afirmar que
o iodo-123 apresenta meia-vida curta e por isso emite partículas que o tornam adequado para uso terapêutico.
o iodo-131 é captado de maneira bastante específica pelas células tireoidianas e não há relatos de ação mutagênica do iodo radioativo.
no bócio multinodular tóxico (BMNT) são usadas doses menores de iodo-131 em comparação com a doença de Graves, pois a captação é muito maior no BMNT.
pacientes com alergia prévia ao contraste iodado não deverão ser submetidos à terapia com radioiodo
o tratamento com radioiodo pode causar progressão da oftalmopatia de Graves (OG) em 15% dos pacientes, o que é mais provável nos fumantes, portadores de OG em atividade ou naqueles que evoluem para hipotireoidismo pós-tratamento.
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