Sobre a hipótese do AGENDAMENTO, ou Agenda-Setting, pode-se afirmar que:
Atua sobre o comportamento das pessoas, e não sobre o conhecimento. Ou seja, os meios de comunicação em massa não orientam sobre o que pensar, mas, sim, dizem o que pensar.
Nem todas as mídias têm o mesmo poder de agenda: a TV e o rádio, por exemplo, são eficientes para agendas de curto prazo, enquanto o jornal impresso é mais eficiente para tematização de assuntos a longo prazo.
Envolve critérios de noticiabilidade, os chamados valores-notícia. Ela define quais são esses valores.
Nasce da Antropologia e leva à relativização. Pressupõe que o jornalista deve se despir de preconceitos e sair de seu nicho para poder observar com mais eficácia o outro.
Jornalismo é visto como um instrumento, e a notícia é um reflexo do real. O posicionamento político faz com que sua percepção tenha interpretações distintas.
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