Argumentam os seguidores dessa corrente geográfica que essa disciplina teve sempre uma ótica retrospectiva, isto é, falava do passado, era um conhecimento de situações já superadas. Assim, não informava a ação, não previa; logo, era inoperante como instrumento de intervenção na realidade. Nesse sentido, esses autores vão propor uma ótica prospectiva, um conhecimento voltado para o futuro, que instrumentalize uma Geografia aplicada.
(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia. Pequena História Crítica. 3ª edição. Editora Hucitec. São Paulo, 1984).
A corrente da geografia citada no trecho acima refere-se ao(à)