Em um antigo arquivo de seu laboratório, um biólogo encontrou fotografias de animais marinhos coletadas há muitos anos durante uma expedição de mergulho e pesquisa em que participou juntamente com outros colegas e seus professores orientadores, quando ainda era estagiário. Atrás de cada fotografia, ele notou algumas anotações feitas para cada espécime quando retornaram da expedição para o laboratório e realizaram as análises detalhadas do material coletado. Nessas anotações, estavam descritas características morfofisiológicas de cada um dos animais coletados e registrados fotograficamente, como ilustrado a seguir.
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Corpo saciforme, séssil e tunicado, com simetria bilateral. Presença de dois sifões (inalante e exalante). Alimentação por filtração e respiração por fendas branquiais na faringe. Circulação aberta, com coração capaz de inverter o sentido do fluxo. |
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Bentônico, detritívoro, com corpo alongado, cilíndrico e simetria pentarradial interna. Esqueleto intradérmico com ossículos microscópicos. Boca rodeada por tentáculos e árvores respiratórias conectadas ao ânus. Celoma proeminente, com sistema hidrovascular e hemal. |
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Séssil, com corpo cilíndrico e simetria radial. Organização diblástica, com epiderme e gastroderme separadas pela mesogleia. Respiração e trocas gasosas por difusão. Ausência de sistema circulatório. Sistema nervoso difuso e em rede. |
Após analisar as fotografias e as informações contidas nos versos das imagens, o biólogo imediatamente reconheceu cada um dos filos registrados e foi capaz de determinar que os níveis de classe dos exemplares identificados por A, B e C, respectivamente, são:


