O Cinema de Montagem foi talvez a primeira formulação estética desenvolvida cineastas precursores da “Sétima Arte”, como os cineastas soviéticos (Kulechov, Vertov etc.). A Montagem seria a forma “essencial” e própria de se construir a narrativa no cinema. Anos mais tarde, graças ao advento de lentes que possibilitavam um foco mais próximo (curto) passou a ser também possível produzir-se uma cena na qual os eventos que lhe davam sentido poderiam estar todos nitidamente presentes numa mesma imagem, fazendo uso de uma maior profundidade de campo e inclusive permitindo tornar a tomada mais longa, sem a necessidade de tantos cortes para construir a sua narração. Um filme famoso, ao qual se atribui o mérito de ser um dos pioneiros no uso expressivo desta técnica baseada na profundidade de campo foi: