Homem de 63 anos, tabagista, com diagnóstico de hipertensão arterial há 1 ano, procura ambulatório pois a pressão arterial permanece elevada apesar do uso de doses máximas de hidroclorotiazida, hidralazina, lisinopril, metoprolol e felodipina. Os exames laboratoriais realizados antes do início dos anti-hipertensivos encontravam-se dentro da normalidade. Ao exame físico, ausculta-se sopro sistólico em região mesogástrica e flancos. Restante do exame clínico sem alterações significativas. Pressão arterial de 162 x 104 mmHg e frequência cardíaca de 61 batimentos por minuto. Trouxe os últimos exames laboratoriais colhidos há 40 dias:
Glicemia = 104 mg/dL
Ureia = 72 mg /dL
Creatinina = 2,8 mg /dL
Potássio = 5,9 mEq/L
Sódio = 136 mEq/L
Diante desse quadro, além do ajuste farmacológico, deve ser afastada a possibilidade de