Paciente:
Indivíduo
com
surdocegueira
congênita, de 10 anos, em processo de
alfabetização em Braille e Língua Brasileira de
Sinais
(Libras).
Apresenta distúrbios de
articulação da fala e dificuldade na comunicação
expressiva e receptiva em diferentes contextos.
Queixa principal: Dificuldade na produção de
sons da fala, o que impacta a compreensão de sua
comunicação por parte da família e colegas.
Conduta Fonoaudiológica:
I. Avaliação das habilidades sensoriais (audição e visão), motoras orofaciais, cognitivas e de linguagem.
II. Elaboração de um plano de intervenção individualizado, priorizando a comunicação multimodal (fala, gestos, sinais e recursos táteis).
III. Estimulação da produção de sons da fala, utilizando técnicas como vibração tátil e propriocepção.
IV. Orientação familiar sobre a surdocegueira e estratégias de comunicação eficazes com o indivíduo.
V. Encaminhamento para equipe multidisciplinar, incluindo psicopedagogos e fisioterapeutas, para acompanhamento global.
Considerando as características do paciente e as etapas da conduta fonoaudiológica, a sequência correta de intervenção é:
I. Avaliação das habilidades sensoriais (audição e visão), motoras orofaciais, cognitivas e de linguagem.
II. Elaboração de um plano de intervenção individualizado, priorizando a comunicação multimodal (fala, gestos, sinais e recursos táteis).
III. Estimulação da produção de sons da fala, utilizando técnicas como vibração tátil e propriocepção.
IV. Orientação familiar sobre a surdocegueira e estratégias de comunicação eficazes com o indivíduo.
V. Encaminhamento para equipe multidisciplinar, incluindo psicopedagogos e fisioterapeutas, para acompanhamento global.
Considerando as características do paciente e as etapas da conduta fonoaudiológica, a sequência correta de intervenção é: