Conheça o Chile das startups
Na primeira semana de julho, na manhã de uma segunda-feira fria e chuvosa, um grupo de aproximadamente 100 empreendedores se apresentava em um amplo auditório da Universidad San Sebastián, na colorida e vibrante região da Recoleta, em Santiago. Após uma madrugada que havia flertado com temperaturas negativas, alguns deles pareciam à vontade de bermuda e camiseta, enquanto outros mal apareciam, debaixo de várias camadas de casacos e adereços. A razão do encontro era o início das atividades de mais um grupo (ou geração, como eles se autodenominam) do Start-Up Chile, programa de fomento a negócios inovadores que tem atraído centenas de empreendedores de várias latitudes e se tornado uma referência para o Hemisfério Sul.
Fiel à proposta de reunir as mentes por trás de startups de várias partes do mundo, o grupo tinha representantes de 25 países, entre brasileiros, argentinos, russos, franceses, canadenses, italianos, americanos, indianos, colombianos e até chilenos. Ao se dirigir em espanhol para Rocio Fonseca, diretora executiva do Start-Up Chile, este jornalista foi prontamente encorajado a se comunicar em inglês, a língua oficial do encontro. “Nós, os chilenos, temos de nos abrir, acolher os estrangeiros e nos integrar ao mundo”, afirma Rocio.
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(VITURINO, Robson. Conheça o
Chile das startups. Pequenas Empresas & Grandes Negócios, São Paulo, n. 344, p. 52-58, set. 2017.)
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