Sobre a cardiomiopatia induzida por arritmia, assinale a alternativa INCORRETA.
Estima-se que 25 a 50% dos pacientes com disfunção ventricular e fibrilação atrial têm algum componente de cardiomiopatia induzida pela arritmia.
Estudos em pacientes com flutter atrial com cardiomiopatia submetidos à ablação mostraram melhora da fração de ejeção em aproximadamente metade dos casos.
Normalmente o diagnóstico da cardiomiopatia induzida por arritmia só pode ser feito após uma tentativa de terapia da arritmia para redução da frequência ventricular ou retorno ao ritmo sinusal, com melhora clínica e da função ventricular, excluídas outras causas potenciais de cardiomiopatias.
A frequência ventricular não tem relação direta com o aparecimento da cardiomiopatia induzida por arritmia, estando a maioria dos casos relacionados a pacientes com frequência ventricular abaixo de 100 batimentos por minuto.
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