Em 1982, em Bloomington, Indiana, nasceu um bebê com Síndrome de Down e uma fístula traqueoesofágica, que ficou conhecido como Baby Doe. A indicação de cirurgia foi considerada imprescindível para sua sobrevivência, porém seus pais recusaram a cirurgia corretiva recomendada.
A equipe médica demandou uma autorização judicial para realizar a cirurgia, que foi negada. O bebê morreu após seis dias de vida. Nesse caso temos a posição da equipe de saúde, na perspectiva de que qualquer condição de sobrevida era adequada, justificando as intervenções médicas, e a posição dos pais da criança, considerando que a baixa possibilidade de sobrevida e qualidade de vida, não justificavam um excesso de intervenções invasivas.
Nesse sentido a instância adequada para análise da situação seria a comissão