Em sala de aula, a leitura, muitas vezes, compreendida apenas como a capacidade de decodificação, ou seja, a memorização de todas as correspondências grafofônicas, requer uma nova concepção por parte do educador. Nesse contexto, segundo Albuquerque, a partir da década de 1990, no Brasil, o termo alfabetização foi ampliado e passou a englobar outro fenômeno: o letramento. Dentro desse cenário, é incoerente afirmar: