Uma criança de 2 anos após acidente automobilístico, apresentou fratura craniana parietal. Ficou em observação e teve alta por evolução favorável em 24h. Dias depois retorna com queixa da mãe que no local da fratura a cabeça da criança está estranha, parecendo mais amolecida a palpação e com os ossinhos mais distantes. Esta descrição leva um neuropediatra a pensar em: