Paciente de 57 anos, nulípara com diagnóstico de adenocarcinoma endometrioide de endométrio G2, estádio II com invasão linfovascular negativa após realização de histerectomia total + salpingo-ooforectomia bilateral (HTA+SOB) sem linfadenectomia. Realizou tratamento adjuvante com radioterapia pélvica + boost de braquiterapia.
Após dois anos, evoluiu com nódulos pulmonares bilaterais e adenomegalias pélvicas cuja biópsia identificou origem endometrial com receptores de estrogênio e progesterona positivos e instabilidade microssatélite baixa.
A primeira linha de tratamento da paciente acima deveria se basear em
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