No manejo de um paciente com fratura pélvica, com consequente potencial hemorrágico, a embolização é uma possibilidade terapêutica por abordagem transfemoral, sendo que, nesse quadro:
a embolização nas artérias hipogástricas é não seletiva
as lesões pélvicas são tratadas com embolização bilateral
é realizada a arteriografia pélvica seletiva antes do cateterismo
as espirais podem ser usadas somente sem esponja de Gelfoam
a complicação com incidência considerável é a embolização de outros órgãos
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