A luta do homem por liberdade possui, em seu cerne histórico, inúmeros exemplos de que o aprisionamento do ser e o cerceamento de sua humanidade somente pode levar a duas situações fáticas: a revolta ou/e a violência. Nos cinemas vários exemplos foram retratados a respeito e um dos mais conhecidos foi Spartacus, ou Espártaco, o gladiador que desafiou o Império de sangue e areia.
Pode-se notar que o treinamento no interior das prisões formadoras de gladiadores teve, para os insurgentes, um uso apropriado: usar as técnicas de combate e o preparo físico contra seus criadores. É certo que esses escravos eram mal alimentados, torturados e maltratados, todavia, ainda assim, tinham na areia dos circos de apresentação chamados de arenas seu combate quase que diário, que os mantinham alinhados ao propósito da guerra e da sobrevivência.
Em nosso tempo, presídios encarceram a pessoa da mesma forma que as bárbaras prisões romanas, com intuitos diferentes, mas com a mesma violência. Ao prender os homens reconhecidos como escravos de um poder advindo do senhor romano, a negação de toda sua anterior trajetória como homem livre e a posterior responsabilidade por seus atos caberiam ao senhor dos escravos, seu dono.
(Adaptado de Jusbrasil, 03/10/2016)
Dentre as alternativas, a melhor palavra sinônima do termo sublinhado abaixo é dada por:
“A insurreição de Spartacus acabou com inúmeros detentos mortos em batalhas e outros tantos supliciados.” (Adaptado de Jusbrasil, 03/10/2016)