É certo que na vida cotidiana estamos acostumados a falar
de belas cores, de um belo céu, de um belo rio, como também de
belas flores, de belos animais e, ainda mais, de belos seres
humanos, embora não queiramos aqui entrar na discussão acerca
da possibilidade de se poder atribuir a tais objetos a qualidade da
beleza e de colocar o belo natural ao lado do belo artístico. Mas
pode-se desde já afirmar que o belo artístico está acima da
natureza. Pois a beleza artística é a beleza nascida e renascida do
espírito e, quanto mais o espírito e suas produções estão
colocadas acima da natureza e seus fenômenos, tanto mais o belo
artístico está acima da beleza da natureza.
eorg Wilhelm Friedrich Hegel. Cursos de Estética, v. I. Tradução de Marco Aurélio Werle. São Paulo: EDUSP, 2001, p. 28.
Tendo como referência o fragmento de texto precedente e o contexto no qual ele aparece na obra de Hegel, assinale a opção correta.
eorg Wilhelm Friedrich Hegel. Cursos de Estética, v. I. Tradução de Marco Aurélio Werle. São Paulo: EDUSP, 2001, p. 28.
Tendo como referência o fragmento de texto precedente e o contexto no qual ele aparece na obra de Hegel, assinale a opção correta.