No dia 26 de janeiro de 2012, foi publicada a seguinte notícia no jornal Estado de São Paulo, entitulada “Brasil não vive ainda momento de pleno emprego”: Mesmo com o "manancial de evoluções favoráveis" no mercado de trabalho em 2 011, ainda não é possível dizer que o Brasil está na posição de "pleno emprego", na análise do gerente da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), Cimar Azeredo. Segundo o funcionário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apesar da taxa de desemprego de 4,7% em dezembro do ano passado – a menor da série histórica da pesquisa iniciada em 2002, com uma taxa média de desemprego de 6% ao longo de 2011 (também a mais baixa da série) – as disparidades regionais persistem. Azeredo lembrou que, em Salvador, por exemplo, uma das seis principais regiões metropolitanas pesquisadas para a PME, é possível encontrar taxa de desemprego em torno de 9% na média anual de 2011. "Além destas disparidades regionais, temos ainda um número expressivo de números de trabalhadores sem carteira assinada, e de trabalhadores que não contribuem com a Previdência. O pleno emprego leva em conta outros indicadores, não somente a taxa de desocupação (desemprego)", afirmou. "Temos muito o que melhorar ainda", finalizou.
A partir do texto acima, é correto afirmar que