Sobre a Matricialidade Sociofamiliar, é correto afirmar:
As configurações contemporâneas da família estão exclusivamente condicionadas às transformações dos hábitos e costumes presentes na sociedade.
Na matricialidade sociofamiliar, a atenção dada às famílias, a partir do número de pessoas que a compõe, com prioridade àquelas mais vulnerabilizadas, é uma estratégia efetiva contra a fragmentação dos atendimentos.
A família, em qualquer uma de suas configurações, se constitui como mediadora das relações entre os sujeitos e a coletividade, delimitando, continuamente, os deslocamentos entre o público e o privado.
Para realizar o trabalho social com as famílias, é obrigatório verificar exclusivamente a quantidade de seus membros e suas demandas e a renda per capita que recebem, para identificar para quais serviços devem ser encaminhadas.
Ao eleger a matricialidade sociofamiliar como um dos focos do SUAS, a Política Nacional de Assistência Social percebe a família como responsável pelos processos de vulnerabilidade social.
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