As relações escolares que deveriam se basear na racionalidade coloca professores e alunos em segundo plano, ou seja, esses são apenas peças guiadas por um planejamento (o currículo) coordenado e controlado por um “especialista” supostamente neutro, habilitado, objetivo e imparcial.
Disponível em: <http://www.copednm.
com.br/terceiro/images/anais/saberes_praticas_educativas/pdf/bergston_luan.pdf>. Acesso em: 02 out. 2016.
A escola descrita no texto desenvolve um currículo com base na teoria