“É preciso aprender a olhar e a escutar sem medo de
deixar de ser, sem medo de deixar o outro ser”
Maturana (1998). Nesta perspectiva, a tecnologia
entra na escola como uma prática solidária, ação que
possibilita e potencializa o diálogo entre todos,
gerandoumespaço / tempoemque o heterogêneo se
expresse e permita a convivência entre os diferentes.
Segundo Leite e Filé (2002), “os conhecimentos
elaborados nas redes de saberes do cotidiano
deverão ser legitimados na busca pela emancipação
e cada sujeito que nele atua precisa ser respeitado
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