A influência do nível de ativação global do indivíduo sobre o seu desempenho em atividades físicas tem sido estudada por muitos anos, com considerável evidência experimental dando suporte ao princípio do U-invertido. De acordo com esse princípio, à medida que o nível de ativação aumenta, o desempenho melhora, mas somente até certo ponto (Schmidt & Wrisberg, 2001). Se a ativação continuar a aumentar além daquele nível, o desempenho começa a decair.
Analisando o gráfico abaixo, é possível afirmar que:
