O "conservadorismo gerencialista", mencionado por L. M. B. Freire (2003), está vinculado:
aos impactos da tendência da "intenção de ruptura" na atuação dos assistentes sociais de empresas.
ao período em que a atuação do assistente social nas empresas era dirigida pelo humanismo abstrato.
à fase inicial da inserção do Serviço Social no universo empresarial brasileiro.
à acumulação flexível do capital e se expressa nas estratégias de reestruturação produtiva.
à pressão exercida pelo movimento sindical sobre a atuação do Serviço Social nas empresas.
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