Grassi (2009) contempla a postura do profissional psicopedagogo em sua atuação institucional, valendo-se das proposições de outros autores por ela citados. A esse respeito, afirma que:
1. O psicopedagogo institucional, para melhor intervir na instituição, deverá desenvolver seu trabalho como assessor ou consultor, e não como funcionário.
2. Ser funcionário da instituição pode comprometer o trabalho pois, nesse caso, o profissional psicopedagogo faz parte do grupo onde o sintoma se manifesta.
3. Trabalhar como consultor ou assessor faz com que o profissional fique envolvido com a instituição de forma a não conseguir tomar a distância necessária para entendê-la e intervir.
4. Quando contratado como funcionário da instituição, o psicopedagogo consegue entender melhor a dinâmica institucional por fazer parte dela e, assim, intervém melhor.
É correto afirmar