Para Soares (2019), pensar a escola como um campo fértil de possibilidades, da diversidade, envolve muitos atores sociais que instauram modos de pensar, negociar, problematizar, gerir soluções, conflitos, acordar acontecimentos e experiências a fim de cooperar, ainda que não seja fácil, para que as mudanças ressoem dentro e fora do ambiente escolar e na permanência dos estudantes em todas as fases do ensino. Nesse sentido, as danças populares na escola são