Idosa de 87 anos foi trazida pela filha ao consultório médico após ter sofrido duas quedas sem maiores
consequências traumáticas, enquanto andava de dia dentro de casa. Apresentou IMC = 19, critérios para a
síndrome de fragilidade e fazia uso de rivastigmina, memantina, losartan, vitamina D e aspirina. Segundo a
filha, o apartamento havia sido adaptado para a maior segurança e conforto da idosa, com colocação de
barras de apoio no banheiro e corrimão no corredor. Visando estabelecer estratégias para a redução de
riscos relacionados a quedas no futuro, a intervenção mais efetiva a ser indicada é: