Na atenção às condições crônicas, existem diferentes formas de estratificação. Uma delas busca identificar os grupos de pessoas com semelhantes necessidades de acordo com dois critérios: a severidade da condição crônica estabelecida e a capacidade de autocuidado. A severidade da condição crônica é resultado da complexidade do problema e do risco de ocorrer um evento que cause morbidade ou mortalidade. Tendo como referência as doenças cardiovasculares, relacione os graus de severidade da condição crônica (primeiro quadro) com suas características (segundo quadro).
CLASSIFICAÇÃO | |
1 | Grau 1 |
2 | Grau 2 |
3 | Grau 3 |
4 | Grau 4 |
CONCEITOS | |
( ) | Condição crônica simples, com fatores biopsicológicos de baixo ou de médio risco. Exemplos: Diabetes Mellitus e Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) dentro da meta estabelecida, sem complicações, com baixo ou médio risco cardiovascular em avaliação por escores de risco, como o escore de Framingham. |
( ) | Presença de fatores de risco ligados aos comportamentos e estilos de vida na ausência de doença cardiovascular. Exemplos: tabagismo, excesso de peso, sedentarismo e uso de álcool. |
( ) | Condição crônica muito complexa ou de muito alto risco (complicação estabelecida com grande interferência na qualidade de vida). Exemplos: cardiopatia isquêmica, acidente vascular cerebral prévio, vasculopatia periférica e pé diabético/neuropatia periférica. |
( ) | Condição crônica complexa ou presença de fatores de alto risco para complicações cardiovasculares. Exemplos: alto risco para doença cardiovascular em avaliação de escores de risco, hipertrofia ventricular esquerda, uso de insulina e hipertensão arterial sistêmica acima da meta pressórica. |
A seguir, marque a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, conforme assinalado no quadro de conceitos acima.