Apesar de o modelo biomédico ainda ser hegemônico no campo da formação profissional e da assistência à saúde (geral e bucal), mesmo que seus limites tenham sido apontados desde o início da década de 1970, foi somente no início dos anos 1990, a partir da implantação do SUS, que surgiram propostas inovadoras mais relevantes no campo da saúde com vistas a romper com a lógica flexneriana no Brasil. Em linha com essa perspectiva, em 1996, o Ministério da Saúde definiu a Estratégia Saúde da Família (ESF) como uma estratégia de transformação do modelo assistencial, de modo a substituir as práticas tradicionais de assistência à saúde no país.
(Silva & Senna, 2013.)
Em relação à Estratégia Saúde da Família (ESF), é correto afirmar que: