TEXTO 1
O exercício físico associado à adequação alimentar constitui o recurso não medicamentoso mais efetivo para a prevenção e o
tratamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs). Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), doenças circulatórias e cardiovasculares
são alguns exemplos de patologias que estão diretamente relacionadas ao sedentarismo e que podem ser tratadas com a prática
regular do exercício físico. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos com diabetes participem de programas
de exercícios físicos com, pelo menos, 150 minutos de moderada a vigorosa intensidade por semana. Estudos demonstram uma
relação direta entre a intensidade do exercício, os benefícios na prevenção e a minimização do ganho de peso, a redução da pressão
arterial, a melhora da sensibilidade à insulina e o controle da glicose, fatores de risco independentes para o desenvolvimento de DM2.
Assessing National Capacity for the Prevention and Control of Noncommunicable Diseases:
Report of the 2019 Global Survey. Geneva: OMS, 2020 (adaptado).
TEXTO 2
A tabela apresenta tipos de exercícios e a respectiva demanda metabólica em Equivalente Metabólico da Tarefa (METs) —
parâmetro metabólico que representa o nível de estresse fisiológico que o exercício impõe ao organismo.
