Em relação ao jogo, no Coletivo de Autores de 1992, é INCORRETO afirmar:
O jogo é uma invenção do homem, um ato em que a intencionalidade e curiosidade resultam num processo criativo para modificar, imaginariamente, a realidade e o presente.
Quando a criança joga, ela opera com o significado das suas ações, o que a faz desenvolver sua vontade e ao mesmo tempo tornar-se consciente das suas escolhas e decisões.
O jogo satisfaz necessidades das crianças, especialmente a necessidade de ação.
O jogo como prática social que institucionaliza temas lúdicos da cultura corporal, se projeta numa dimensão complexa de fenômeno que envolve códigos, sentidos e significados da criança que o cria e pratica.
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