Magna Concursos
2577425 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Podemos conceituar uma área de risco como parte de um dado território que, por suas particularidades, proporciona mais oportunidades de que “algo indesejado” suceda. Dessa forma, temos que a classificação da área como de risco pode variar conforme o que seja esse “algo indesejado”. No que tange à construção civil e áreas afins, as áreas de risco são regiões onde se recomenda a não construção de casas ou instalações, pois são muito expostas a desastres naturais como desabamentos e inundações. De acordo com os dados apresentados pela Organização das Nações Unidas (ONU), nas últimas décadas, houve mais de três milhões de vítimas e prejuízos econômicos que ultrapassam a casa dos vinte bilhões de dólares com desastres naturais, tais como escorregamentos, terremotos, erupções vulcânicas, tsunamis, inundações, vendavais, seca e desertificação, incêndios, pragas de gafanhotos, além de outras calamidades, principalmente em países em desenvolvimento. A ONU considerou a década de 1990 como a “Década Internacional para Redução dos Desastres Naturais (DIRDN)”, sendo aprovada, em Assembleia Geral, no dia 22 de dezembro de 1989, a Resolução nº 44/236, cuja principal finalidade é a de reduzir perdas de vidas, danos e transtornos socioeconômicos nos países em desenvolvimento, provocados por desastres naturais. No Brasil, os escorregamentos destacam- se como o tipo de acidente de origem geológica mais comum, ocorrendo, principalmente, no período das chuvas, quando muitos eventos têm causado acidentes dos mais variados em diversos cidades. São variadas as causas principais de desabamentos; analise-as.

I. Declividade e altura excessiva de cortes de talude: atingem a estabilidade da encosta, ficando o solo muito mais suscetível ao desabamento.

II. Execução de aterros: sempre irá gerar novas vias de condução de água levando à ruptura do aterro e escorregamento.

III. Vazamento na rede de abastecimento de água: acarreta em saturação de água no solo.

IV. Deposição irregular e inadequada de lixo.

V. Lançamento e concentração de águas pluviais: pela alta deficiência dos diversos sistemas de drenagem, as infiltrações por trincas e fissuras aumentam a resistência do solo e provocam a erupção de solos e aterros.

VI. Lançamento de águas servidas: há penetração excessiva de água no solo, que é acentuada no período de chuvas.

VII. Remoção indiscriminada da cobertura vegetal: há diminuição da proteção ao impacto e às infiltrações pluviais, uma vez que as raízes ajudam a conter o solo.

Está correto o que se afirma apenas em

 

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