Paciente do sexo feminino, 62 anos, ex-tabagista, com diagnóstico de dislipidemia e antecedente de acidente vascular cerebral isquêmico há 2 anos, comparece ao consultório para avaliação de rotina, sem queixas. Mostra discreta dificuldade para andar, secundária ao evento cerebrovascular prévio. Ao exame, apresenta pressão arterial de 146/90 mmHg, frequência cardíaca de 76 batimentos por minuto. Demais dados do exame clínico sem alterações. São solicitados exames laboratoriais. Especificamente com relação ao tratamento não medicamentoso e farmacológico da hipertensão arterial, deve-se