Nunca fui covarde
Mas agora é tarde
Amei tanto
Que agora nem sei mais chorar
Vivi te buscando
Vivi te encontrando
Vivi te perdendo
Ah, coração, infeliz até quando?
Para ser feliz
Tu vais morrer de dor
(Morais, Vinicius (organização de Antonio Cicero e Eucanaã
Ferrasz). Nova Antologia Poética 1a. ed. São Paulo: Companhia das
Letras, 2003.)
“Nunca fui covarde, mas agora é tarde”
Nos versos acima há uma palavra que confere um aspecto durativo à ação verbal. Assinale-a:
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