Dar razões para ler, multiplicar e variar as situações de autêntica leitura é o principal desafio para uma renovação educativa que deve superar o engessamento generalizado nos hábitos rotineiros de leitura. O papel central da leitura não é ler para aprender a ler, mas ler por um claro interesse em saber o que diz o texto para algum propósito bem definido. E é dessa ótica que os professores devem enfocar o acesso à língua escrita a partir das múltiplas situações que a vida da escola lhes oferece.
(COLOMER & CAMPS, 2002, p. 90.)
Diante do exposto, são consideradas atividades de leitura que se estruturam segundo as elucidações de Colomer e Camps, EXCETO: