“Quase sempre a Geografia trabalha os fenômenos populacionais de forma abstrata, na qual os números substituem os indivíduos e os comportamentos humanos são relegados a segundo plano. (...) Dentro de uma perspectiva mais crítica, a abordagem numérica revela-se insuficiente. Uma abordagem crítica não deve negar as estruturas apresentadas, (...) mas precisa inserir esses números numa abordagem mais abrangente, com vistas à compreensão das condições existenciais das pessoas.”
(SCARLATO, F. C. População e Urbanização Brasileira. In: ROSS, J. L. S. Geografia do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2009, p.384)
Sobre a abordagem crítica no conteúdo programático de Geografia da população, de acordo com o autor citado, é correto afirmar que a postura crítica