Durante fiscalização de obra hospitalar, o Engenheiro identifica que a equipe de execução não possui profissionais habilitados para serviços de instalações hospitalares críticas. O empreiteiro alega que a mão de obra é “equivalente” e solicita aceitação para não atrasar cronograma. A conduta CORRETA, nesse caso, segundo as normas técnicas e a responsabilidade ética, é: