Relembrando Fanon, Ana Mae Barbosa diz que “a arte capacita um homem ou uma mulher a não ser um estranho em seu meio ambiente nem estrangeiro em seu próprio país. Ela supera o estado de despersonalização, inserindo o indivíduo no lugar ao qual pertence, reforçando e ampliando seus lugares no mundo”. A autora, seguindo em sua argumentação, afirma que: